quarta-feira, 26 de setembro de 2012

...e a "Revolta" está mais perto!


Hey pessoal!

Como prometido, para não haver sofrimentos na nossa comunidade bedéfila, eis que vos apresento uma prancha completa da nossa história. Como podem ver, ao contrário de Alan Moore que é exímio a descrever uma prancha como deve ser, já eu mostro menos cuidado. Não é preguiça, simplesmente por vezes prefiro traçar umas linhas gerais e depois discutir com o desenhista a melhor forma de o fazer. Neste caso, falava praticamente todos os dias com o João Amaral pelo telefone e pelo mail e íamos discutindo ideias e fazendo ajustes. Aqui não transparece essa discussão diária, mas fica como exemplo da minha descrição é
 algo redutora, mas cujo resultado final era o que tinha em mente.

Espero que gostem e como bónus, mostra-se a capa!




3 comentários:

  1. Miguel
    Certamente não nos conhecemos, mas estarei certo se vaticinar um grande futuro na BD. Digo isto sem conhecer o argumento do "Cinzas da Revolta", mas este comentário corresponde à vontade que tenho do seu êxito e do co-autor João Amaral, que conheço.
    Esta é, sem ainda a ter visto, uma obra arrojada pelo tema, necessariamente de leitura obrigatoria para as gerações posteriores ao período da guerra colonial.
    O desenho do João é apelativo, proporcionado, atraente e encaixa muito bem no tema; estou em crer que o seu argumento corresponde também a essa qualidade do João.
    Desejo-vos os maiores êxitos com esta parceria (não se incomode com o termo, pois há parcerias boas e más)e creia-me um leitor vosso e também um divulgador.
    Santos Costa

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    1. Santos Costa, o que eu posso dizer em relação ao seu comentário, e, obviamente, sou suspeito, é que o argumento do Miguel foi sendo, ao longo do tempo, uma cada vez mais agradável surpresa. Espero que as pessoas possam gostar do trabalho do Miguel da mesma forma que eu gostei, sobretudo pela densidade que imprimiu à história. E espero, com o meu desenho, ter conseguido fazer justiça aos seus textos. Não sei o que é que o futuro nos reservará, mas devo dizer, desde já, que trabalhar com o Miguel foi, para mim, uma óptima experiência que, no futuro, não me importarei de repetir. Um abraço para si e obviamente também para ti, Miguel.

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    2. Caro Santos Costa,
      Agradeço o seu comentário, é sempre bom sentir apoio de um autor com um trabalho notável na história da BD nacional. Em relação ao futuro, vou trabalhar para conseguir vingar e contribuir com a minha imaginação, mas tudo dependerá de como o público receber as minhas histórias. A minha visão é dar sempre muita importância ao que o público pensa e quer e aliar isso ao que quero contar. Vamos ver como vai ser recebido este.
      Obrigado

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